Nós seres humanos, não sabemos ao certo o que é felicidade.
Assim como um dia em nossas infâncias, alguém nos disse que aquela fruta vermelha e macia era maça, aprendemos o que era felicidade, pois o disse que era tal.
Vivemos de migalhas, de sorrisos, de momentos alegres.[...] “ Tenho fases, como a lua’’[..](Cecilia Meireles)
E enquanto não se pode medir o peso, nem o tamanho das lágrimas, nos julgamos indivíduos felizes.
Só então temos a certeza. Ninguém nunca foi tão triste ou feliz demais para que possa desvendar o mistério que é o sentir. Pois a vida é feita de momentos e emoções diferentes. A vida é um labirinto, onde não se sabe o que se pode encontrar a cada entrada, a cada risco corrido. Por isso nunca se pode estar triste ou feliz além do limite.
O ser humano assim como a temperatura, a pressão, a glicose; atinge picos, cresce e decresce.
O próprio Deus em uma passagem da bíblia diz: “A Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar; ’’(Ec 3.4)
E é isso a vida.
E nesse momento, neste exato momento. O leitor se pergunta qual é a emoção vivida pelo eu lírico: Quando tal responde...
Apenas vivendo...
Uma folha qualquer...
segunda-feira, 25 de março de 2013
Nós seres humanos, não sabemos ao certo o que é felicidade.
Assim como um dia em nossas infâncias, alguém nos disse que aquela fruta vermelha e macia era maça, aprendemos o que era felicidade, pois o disse que era tal.
Vivemos de migalhas, de sorrisos, de momentos alegres.[...] “ Tenho fases, como a lua’’[..](Cecilia Meireles)
E enquanto não se pode medir o peso, nem o tamanho das lágrimas, nos julgamos indivíduos felizes.
Só então temos a certeza. Ninguém nunca foi tão triste ou feliz demais para que possa desvendar o mistério que é o sentir. Pois a vida é feita de momentos e emoções diferentes. A vida é um labirinto, onde não se sabe o que se pode encontrar a cada entrada, a cada risco corrido. Por isso nunca se pode estar triste ou feliz além do limite.
O ser humano assim como a temperatura, a pressão, a glicose; atinge picos, cresce e decresce.
O próprio Deus em uma passagem da bíblia diz: “A Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar; ’’(Ec 3.4)
E é isso a vida.
E nesse momento, neste exato momento. O leitor se pergunta qual é a emoção vivida pelo eu lírico: Quando tal responde...
Apenas vivendo...
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Acorde
Acorde ajunte tuas notas,
Papeis e cartas deixados de lado
E venha viver.
Acorde mostre ao mundo tua canção,
O teu sorriso, tuas flores.
Fuja dessa solidão, venha para fora.
Acorde!
Achega-te, aquieta te, ouça a harmonia.
Entenda que tudo pode ser melhor, quando estas junto.
Que a musica esta na poesia e que a poesia esta na vida.
Entre os acordes das musicas e os acordes das manhas, no acordo entre o acordar e viver, nos cordões(elos) que unem as pessoas, e quem sabe as notas.
Abra os olhos, Reúna sons...Acorde!
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Outono

E desta maneira vou vivendo.
Vou me fechando para o mundo.
Vou redimensionando o tamanho do meu sorriso.
E deixando o meu olhar pálido, sem brilho.
Estou a esperar algo inusitado.
Uma surpresa boa, como aquelas dos anos atrás.
Ou mesmo um pouquinho de humor.
Para me fazer gargalhar nem que seja por alguns minutos.
Procuro alguém que me ouça sem reclamar.
Que enxugue minhas lágrimas e que tome as minhas dores.
Que respeite o meu silêncio e as minhas repetições.
Que não me aconselhe, mas abrace-me.
Sei que tudo isso faz parte do maquinário.
É uma espécie de fôrma, para retirar as bordas que não servem mais.
È aquela estação que caem as folhas secas, para nascerem as bonitas.
Contudo, a mudança mesmo que para melhor, machuca.
Portanto, tenho aprendido, mesmo que no meu mundo, e mesmo que por alguns segundos eu precise chorar.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
MEDO
Aqui estou
No meu mundo fechado.
E o pensamento rodeado,
De reflexos e medos.
Medo de ficar sozinha.
Medo de ficar na minha.
Medo de ser a única a pensar diferente.
Medo de ficar doente.
Medos que vem e vão, numa sina constante.
Que como um fantasma vaga, pelas ruas ambulante.
Medo de não alcançar, o que esperem que eu alcance.
Medo de não fazer nada por ninguém.
Medo de esquecer que eu também sou alguém.
Medo de dar tudo que tenho e ficar sem.
Medo de chorar.
Medo de amar.
Medo de me expressar.
Medo de errar.
Medo de dizer.
Medo de me esquecer.
Medo de querer.
Medo de ser.
E por um instante.
Tive coragem,
E, diga-se de passagem;
Não tive medo de revelar meus medos!
No meu mundo fechado.
E o pensamento rodeado,
De reflexos e medos.
Medo de ficar sozinha.
Medo de ficar na minha.
Medo de ser a única a pensar diferente.
Medo de ficar doente.
Medos que vem e vão, numa sina constante.
Que como um fantasma vaga, pelas ruas ambulante.
Medo de não alcançar, o que esperem que eu alcance.
Medo de não fazer nada por ninguém.
Medo de esquecer que eu também sou alguém.
Medo de dar tudo que tenho e ficar sem.
Medo de chorar.
Medo de amar.
Medo de me expressar.
Medo de errar.
Medo de dizer.
Medo de me esquecer.
Medo de querer.
Medo de ser.
E por um instante.
Tive coragem,
E, diga-se de passagem;
Não tive medo de revelar meus medos!
terça-feira, 27 de abril de 2010
Quando se perde a poesia...
Perdi a poesia, e não sei onde à encontrar.
Perdem-se tantas coisas, mas perda de poesia. Nunca ouvi falar!
Talvez na correria da vida, que me impede de pensar.
Talvez num beijo gostoso, que não consegui lhe dar.
Talvez na dor constante, que faltou tempo pra chorar.
Por muitos dias, em palavras e pessoas; procurei por ela.
E não à encontrei.
Eu escrevi muitas coisas, não gostei e apaguei.
Eu ouvi muitas canções, e em poucos minutos, enjoei.
Eu tentei dizer coisas bonitas, não teve jeito; me calei.
A poesia me deixou.
Aquela flor no jarro, sem água. A pobrezinha murchou.
E no meu peito um sentimento de dor.
De sentimentos não expressos ódio, tristeza, alegrias e amor.
Ainda não a encontrei.
Vou terminar esse poema de uma forma que eu nem sei.
Sem poesia, sem letra vou escrevendo ao leu.
As palavras que como pássaros livres; giram, giram, pelo céu.
Espero que não seja a frieza que matou a poesia assim.
E desejo que o fogo do amor, possa aquecer tudo de bonito que um dia viveu dentro de mim.
Perdem-se tantas coisas, mas perda de poesia. Nunca ouvi falar!
Talvez na correria da vida, que me impede de pensar.
Talvez num beijo gostoso, que não consegui lhe dar.
Talvez na dor constante, que faltou tempo pra chorar.
Por muitos dias, em palavras e pessoas; procurei por ela.
E não à encontrei.
Eu escrevi muitas coisas, não gostei e apaguei.
Eu ouvi muitas canções, e em poucos minutos, enjoei.
Eu tentei dizer coisas bonitas, não teve jeito; me calei.
A poesia me deixou.
Aquela flor no jarro, sem água. A pobrezinha murchou.
E no meu peito um sentimento de dor.
De sentimentos não expressos ódio, tristeza, alegrias e amor.
Ainda não a encontrei.
Vou terminar esse poema de uma forma que eu nem sei.
Sem poesia, sem letra vou escrevendo ao leu.
As palavras que como pássaros livres; giram, giram, pelo céu.
Espero que não seja a frieza que matou a poesia assim.
E desejo que o fogo do amor, possa aquecer tudo de bonito que um dia viveu dentro de mim.
Conclusões...
"As pessoas um enigma
A vida um labirinto sem fim.
Vivemos em buscas de saídas, de respostas, de portas."
"O que responder? Em quem confiar?
Pra quem se esconder? A quem se doar?"
"Quando você escolhe não escolher nada, isso já é uma escolha."
A vida um labirinto sem fim.
Vivemos em buscas de saídas, de respostas, de portas."
"O que responder? Em quem confiar?
Pra quem se esconder? A quem se doar?"
"Quando você escolhe não escolher nada, isso já é uma escolha."
domingo, 18 de abril de 2010
Eu, ele e o violão

E lá estava ele, sentado na beira da porta.
Com os pés descalços, e as meias furadas.
Com o violão no colo, ele tocava uma canção.
E lá estava ele, eu também estava lá.
Sentada ao seu lado com um vestidinho de xita.
Cantava alegremente, as músicas que eu tinha aprendido na escola.
E lá estava ele, tocava sempre as mesmas notas.
Mas era tudo tão bom.
O mundo era apenas eu, ele e o violão.
Agora ele está aqui, sentado na escada.
Os seus dedos estão enrugados, mas ele ainda toca.
Eu já não estou mas aqui.
E as meias...Ah...as meias continuam furadas.
sábado, 17 de abril de 2010
Vivente ou Encantante?
Não precisa ler os meus poemas.
Não precisa entender o que estou sentindo.
Nós poetas, somos loucos.
E as pessoas insensíveis demais, para entender o que há por trás das letras.
Já gastei muitos papéis, com lágrimas que nunca pararam de rolar.
Já amei muitas pessoas, que nunca souberam me amar.
E quando eu achava que o que sempre me atormentava era a solidão.
Surgiu um vazio maior ainda, um buraco que me consumia.
Algo sem definição.
Eu começo então a acreditar, que algumas pessoas nascem para viver, outras para encantar.Eu nasci para encantar.
É como se eu pintasse um mundo lindo para as pessoas viverem ,enquanto eu morasse em um porão.
Essa é a função do poeta, muitas vezes entre tantas lágrimas de decepções amorosas,
escrevemos poemas, que se trasformam em cartas apaixonadas das pessoas "viventes". Enquanto nós "os encantantes" permanecemos, com uma dor infinita, remediada por curtas frases.
É tudo tão lindo quando se lê, mas tudo tão doloroso quando se escreve.
E quando acaba o poema, quando está na ultima linha, a dor ainda não se foi. Ela apenas silencia.
E aguarda o proximo crepusculo de decepções, para se solidificar, e construir lindos poemas novamente.
Nos os encantantes, permanecemos pintando o mundo com palavrinhas, e sorrindo com a alegria dos viventes.
No final o mais gratificante de tudo é carregar uma certeza:
"Só tem dor, que tem ou ja teve amor."
Não precisa entender o que estou sentindo.
Nós poetas, somos loucos.
E as pessoas insensíveis demais, para entender o que há por trás das letras.
Já gastei muitos papéis, com lágrimas que nunca pararam de rolar.
Já amei muitas pessoas, que nunca souberam me amar.
E quando eu achava que o que sempre me atormentava era a solidão.
Surgiu um vazio maior ainda, um buraco que me consumia.
Algo sem definição.
Eu começo então a acreditar, que algumas pessoas nascem para viver, outras para encantar.Eu nasci para encantar.
É como se eu pintasse um mundo lindo para as pessoas viverem ,enquanto eu morasse em um porão.
Essa é a função do poeta, muitas vezes entre tantas lágrimas de decepções amorosas,
escrevemos poemas, que se trasformam em cartas apaixonadas das pessoas "viventes". Enquanto nós "os encantantes" permanecemos, com uma dor infinita, remediada por curtas frases.
É tudo tão lindo quando se lê, mas tudo tão doloroso quando se escreve.
E quando acaba o poema, quando está na ultima linha, a dor ainda não se foi. Ela apenas silencia.
E aguarda o proximo crepusculo de decepções, para se solidificar, e construir lindos poemas novamente.
Nos os encantantes, permanecemos pintando o mundo com palavrinhas, e sorrindo com a alegria dos viventes.
No final o mais gratificante de tudo é carregar uma certeza:
"Só tem dor, que tem ou ja teve amor."
domingo, 11 de abril de 2010
Num momento de dor...
Quem vai ouvir os meus gritos?
Quem vai sentir a minha dor?
O mundo é tão grande,
Nele habitam tantas pessoas!
Mas às vezes, parece não morar ninguém.
E no fundo dos meus olhos, a alegria das lembranças. De um passado que nunca existiu.
Esse é o motivo da minha existência.
Talvez um distúrbio, ou uma alucinação causada em momentos tristes.
Um delírio!
Sonho com momentos que não aconteceram, e os considero melhores do que, os que estou vivendo.
Um martírio!
Mas por um segundo, uma alegria. De ter vivido momentos bons, mesmo sendo esses fantasia, uma doce loucura.
Permaneço a pensar, a dor ainda está bem aqui dentro. E a solução anda longe daqui.
Corre pelo mato a fora, onde a minha alergia à ervas daninhas, e os meus problemas respiratórios me impedem de correr atrás dela. Não consigo mais vê-la.
E por um momento, apenas por um momento, eu fecho os meus olhos. Conto até cinco. E abro os lentamente, até entrar a primeira fenda de luz. E tudo está, tão somente e evidentemente, como deixei há um momento atrás.
Não era um sonho, nem tudo se desfaz com energia do pensamento.
As lágrimas já se foram, mas não lavaram a minha dor. E quando eu olho para o mundo, este mundo tão grande no qual eu me referi no inicio. A meu grito ecoa, e o som da minha voz faz doer a minha cabeça. Eu começo a andar, a procurar, e acabo me perdendo.
Eu não sei onde é o fim, e também não o procuro.
Enquanto isso, a saudade, a esperança, e a fantasia invadem os meus pensamentos.
Eu me deito no chão, e com uma leve expressão, começo a sorrir.
Quem vai sentir a minha dor?
O mundo é tão grande,
Nele habitam tantas pessoas!
Mas às vezes, parece não morar ninguém.
E no fundo dos meus olhos, a alegria das lembranças. De um passado que nunca existiu.
Esse é o motivo da minha existência.
Talvez um distúrbio, ou uma alucinação causada em momentos tristes.
Um delírio!
Sonho com momentos que não aconteceram, e os considero melhores do que, os que estou vivendo.
Um martírio!
Mas por um segundo, uma alegria. De ter vivido momentos bons, mesmo sendo esses fantasia, uma doce loucura.
Permaneço a pensar, a dor ainda está bem aqui dentro. E a solução anda longe daqui.
Corre pelo mato a fora, onde a minha alergia à ervas daninhas, e os meus problemas respiratórios me impedem de correr atrás dela. Não consigo mais vê-la.
E por um momento, apenas por um momento, eu fecho os meus olhos. Conto até cinco. E abro os lentamente, até entrar a primeira fenda de luz. E tudo está, tão somente e evidentemente, como deixei há um momento atrás.
Não era um sonho, nem tudo se desfaz com energia do pensamento.
As lágrimas já se foram, mas não lavaram a minha dor. E quando eu olho para o mundo, este mundo tão grande no qual eu me referi no inicio. A meu grito ecoa, e o som da minha voz faz doer a minha cabeça. Eu começo a andar, a procurar, e acabo me perdendo.
Eu não sei onde é o fim, e também não o procuro.
Enquanto isso, a saudade, a esperança, e a fantasia invadem os meus pensamentos.
Eu me deito no chão, e com uma leve expressão, começo a sorrir.
segunda-feira, 1 de março de 2010
A música em mim

Música, música do meu ser.
Onde você foi se esconder?
Vem cantar para mim, o tralalaia, dos meus dias de meninice.
As minhas primeiras palavrinhas, e a forma com que as disse.
Soa em meus ouvidos, aquela canção que eu pedia o papai para tocar, quando eu queria dormir;
E de quando a caixinha eu abria, e a bonequinha dançava sorrindo para mim.
Oh! ritmo quente, de quando éramos adolescentes.
No compasso, no balanço, com roupas indecentes.
Faz me dançar com canções de um doce amor, que nunca esqueci.
E no embalo cálido de grandes paixões, que jamais saíram de mim.
Faz me ouvir aquela canção, de quando o meu coração queria sofrer.
E de quando meus braços fortes, pareciam entorpecer.
Sopra sobre mim, o som do vento misturado com um tempo;
Que se passou e eu nem percebi.
Levou de mim os mais preciosos sons;
a música, a poesia e o meu jardim.
Deixou me num silêncio profundo,
Num sono de segundos que parecia não ter fim.
Não é possível virar o lado de um CD.
Não é possível voltar a viver.
Música, trilha da minha vida.
Um história tão linda que nunca esqueci.
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